
O amor está se esvaindo por entre os dedos. Tudo aquilo que parecia sonho hoje se torna pesadelo quando as pessoas colocam na mira o seu famoso e moderno conceito de individualismo.
Se observarmos ao nosso redor, veremos que as relações vêem e vão o tempo todo, cada qual com os seus motivos, mas há muito tempo que as pessoas não buscam a estabilidade do amor constante, do conhecimento e cumplicidade pelos sentimentos do outro. É nítido que os “meus sonhos” e os “seus sonhos” não convergem mais nos “nossos sonhos” e os caminhos parecem cada dia mais estreitos para que duas pessoas andem juntas.
O estreitar desse caminho é feito através das escolhas feitas, com as ausências emocionais, sobretudo é dada essa redução das margens dessa estrada por uma coisa chamada individualismo. Ele suplanta as frustrações de uns, em prol da felicidade de outros e faz com que cada um se sinta martirizado pela relação.
O tão almejado ser amado não passa de um pequeno brinquedo nas mãos do falso romantismo, que traduz a desigualdade de sentimentos gerando uma separação que não será tão dolorosa. Cada um busca em si a realização pessoal através de coisas materiais e certamente não é algo tão condenável, mas quando existe um capricho e essa realização enfraquece as emoções a ponto de não se ver o caminho estreitando mais ainda, talvez seja a hora repensar conceitos, sentimentos, vivências, reviver experiências e pesar.
Não um dia ou dois, uma semana ou mais, mas o todo. De forma contundente e eficaz, para que aí sim depois do caminho estreito de mais a bifurcação possa surgir. Sempre ocorrerão perdas, tristezas, mágoas, mas o caminho ficará aberto para cada um buscar os seus próprios objetivos e um outro cada um que se identifique com a realidade que o cerca.
Não há mal maior do que um amor mal vivido. Aquele cheio de culpa, cobrança e mágoas. Aquele que vai soar como um alívio para um, mas como sofrimento para o outro, mesmo que os motivos não sejam tão grandes em virtude da razão da partida.
Há algo na vida que o homem precisa construir dentro de si mesmo, que vai se derrubado por outro, mas terá que ser construído novamente. Será então que a vertente de um novo amor alimentará uma nova razão para a destruição desta obra. Se os olhos forem profundos, observadores, calmos, tácitos poderão perceber que na realidade para que o alicerce seja firme, essa construção precisa ser feita a quatro mãos. Não por necessidade, pois ficaria em pé mesmo que fosse com duas, contudo a quatro mãos tudo será devidamente protegido, eterno, sensível e ardoroso.
Se sentimentos forem maiores que a dor, e se a dor começa a desintegrar o sentimento, é hora. Se o muro não foi construído utilizando as quatro mãos, ainda é possível que alguém de fora enxergue essa tristeza.
Se observarmos ao nosso redor, veremos que as relações vêem e vão o tempo todo, cada qual com os seus motivos, mas há muito tempo que as pessoas não buscam a estabilidade do amor constante, do conhecimento e cumplicidade pelos sentimentos do outro. É nítido que os “meus sonhos” e os “seus sonhos” não convergem mais nos “nossos sonhos” e os caminhos parecem cada dia mais estreitos para que duas pessoas andem juntas.
O estreitar desse caminho é feito através das escolhas feitas, com as ausências emocionais, sobretudo é dada essa redução das margens dessa estrada por uma coisa chamada individualismo. Ele suplanta as frustrações de uns, em prol da felicidade de outros e faz com que cada um se sinta martirizado pela relação.
O tão almejado ser amado não passa de um pequeno brinquedo nas mãos do falso romantismo, que traduz a desigualdade de sentimentos gerando uma separação que não será tão dolorosa. Cada um busca em si a realização pessoal através de coisas materiais e certamente não é algo tão condenável, mas quando existe um capricho e essa realização enfraquece as emoções a ponto de não se ver o caminho estreitando mais ainda, talvez seja a hora repensar conceitos, sentimentos, vivências, reviver experiências e pesar.
Não um dia ou dois, uma semana ou mais, mas o todo. De forma contundente e eficaz, para que aí sim depois do caminho estreito de mais a bifurcação possa surgir. Sempre ocorrerão perdas, tristezas, mágoas, mas o caminho ficará aberto para cada um buscar os seus próprios objetivos e um outro cada um que se identifique com a realidade que o cerca.
Não há mal maior do que um amor mal vivido. Aquele cheio de culpa, cobrança e mágoas. Aquele que vai soar como um alívio para um, mas como sofrimento para o outro, mesmo que os motivos não sejam tão grandes em virtude da razão da partida.
Há algo na vida que o homem precisa construir dentro de si mesmo, que vai se derrubado por outro, mas terá que ser construído novamente. Será então que a vertente de um novo amor alimentará uma nova razão para a destruição desta obra. Se os olhos forem profundos, observadores, calmos, tácitos poderão perceber que na realidade para que o alicerce seja firme, essa construção precisa ser feita a quatro mãos. Não por necessidade, pois ficaria em pé mesmo que fosse com duas, contudo a quatro mãos tudo será devidamente protegido, eterno, sensível e ardoroso.
Se sentimentos forem maiores que a dor, e se a dor começa a desintegrar o sentimento, é hora. Se o muro não foi construído utilizando as quatro mãos, ainda é possível que alguém de fora enxergue essa tristeza.
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