
Cuidar de alguém vai além de se dedicar. Tem que ser um estado de espírito. Algo que se faça sem se pressentir obrigação. Estamos falando de cuidar por amor, de ajudar, ensinar, amadurecer, ou seja, aprender a lidar com as diferenças que a imaturidade proporciona. Tem que ser um sentido único, um taxa de prioridade tão alta que ao mero tilintar de um brilho diferente nos olhos, já se possa pressentir tudo que está acontecendo.
Essa dedicação é um reconhecimento ao amor que se dedica. Não pode ser cobrado, mas tem que ser recíproco para que a felicidade seja completa. Às vezes caminhamos por estradas e quando encontramos um cruzamento precisamos encontrar a saída certa. Um não pode ir pela esquerda e o outro pela direita. É preciso que nesse primeiro cruzamento um siga pelo outro, mesmo tendo a nítida certeza de que foi a escolha errada. Mas no outro cruzamento, que não haja cobranças e o favorecido por livre e espontânea vontade siga pelo caminho do bem amado. Tudo isso para que? Para fazer a escolha de cuidar.
Tudo isso vai muito além de beijos e abraços, carinhos e afagos e doces palavras em momentos fraternos. É um bem estar tão profundo conduzido pelo sorriso do seu tão estimado amor. E o outro precisa saber até onde ir para favorecer a sua cara metade a ponto de ver o mesmo sorriso estampado no rosto. Até o ponto que se torne uma competição de quem faz o outro mais feliz. Algo saudável, sem o estigma de estar fazendo demais. Nunca é demais quando se ama.
Pode-se até ter a sensação de perda de identidade. Mas na realidade é um ganho. Ao cuidar de alguém você o assimila dentro de vocês como se fosse uma fagocitose sentimental. É preciso ver nos olhos do outro o motivo para ser, estar e continuar e suas conjugações sem os seus gerúndios. Mas aquela encruzilhada encontrada vai definir que a escolha foi feita por um bem maior. Pela vontade que precisa vencer o desejo do egocentrismo, da banalidade das modernidades às quais as relações se fundiram. Uma estrada é bem melhor caminhada, quando se caminha a dois e as mãos se entrelaçam no meio do caminho mudando muitas vezes o foco da viagem.
A idéia não parecer dependente, mas tornar-se um cuidadoso do bem mais precioso e que se não fosse de músculos, seria de cristal com tamanha facilidade que se quebra. Um coração é um imenso emaranhado de idéias pessoais, conjuntas, familiares e todos os seus arquétipos, mas ao cuidar de alguém mais do que a si mesmo é confiar que você será tão bem cuidado como se você fosse cuidado por você mesmo.
Confuso? Muitas vezes parece ser confuso o romantismo vivido pelas pessoas. Mas o romantismo nos faz pensar em mais do que nós mesmos. Faz-nos pensar no outro, num turbilhão de idéias que podemos construir com quem realmente acredita e espera ser acreditado por nós. Decisões conjuntas são formas de cuidar, mais do que isso, é uma forma de respeitar o cuidado que nos é dedicado. De receber bem o carinho que nos é direcionado em pensamentos, atos, palavras, presentes.
Vamos elevar nossos pensamentos a um estágio alfa e tentar perceber que cuida de nós a ponto de merecer que cuidemos em reciprocidade. Vamos pensar um pouco mais naqueles que realmente sabem como abrir mão de si mesmos para simplesmente dedicar-se a fazer de nós mais felizes, mais completos, mais sensíveis, mais seguros. Será que correspondemos às expectativas?
Bem, na vida é assim mesmo. É preciso reorganizar os pensamentos para ter certeza do que queremos ao certo.
Essa dedicação é um reconhecimento ao amor que se dedica. Não pode ser cobrado, mas tem que ser recíproco para que a felicidade seja completa. Às vezes caminhamos por estradas e quando encontramos um cruzamento precisamos encontrar a saída certa. Um não pode ir pela esquerda e o outro pela direita. É preciso que nesse primeiro cruzamento um siga pelo outro, mesmo tendo a nítida certeza de que foi a escolha errada. Mas no outro cruzamento, que não haja cobranças e o favorecido por livre e espontânea vontade siga pelo caminho do bem amado. Tudo isso para que? Para fazer a escolha de cuidar.
Tudo isso vai muito além de beijos e abraços, carinhos e afagos e doces palavras em momentos fraternos. É um bem estar tão profundo conduzido pelo sorriso do seu tão estimado amor. E o outro precisa saber até onde ir para favorecer a sua cara metade a ponto de ver o mesmo sorriso estampado no rosto. Até o ponto que se torne uma competição de quem faz o outro mais feliz. Algo saudável, sem o estigma de estar fazendo demais. Nunca é demais quando se ama.
Pode-se até ter a sensação de perda de identidade. Mas na realidade é um ganho. Ao cuidar de alguém você o assimila dentro de vocês como se fosse uma fagocitose sentimental. É preciso ver nos olhos do outro o motivo para ser, estar e continuar e suas conjugações sem os seus gerúndios. Mas aquela encruzilhada encontrada vai definir que a escolha foi feita por um bem maior. Pela vontade que precisa vencer o desejo do egocentrismo, da banalidade das modernidades às quais as relações se fundiram. Uma estrada é bem melhor caminhada, quando se caminha a dois e as mãos se entrelaçam no meio do caminho mudando muitas vezes o foco da viagem.
A idéia não parecer dependente, mas tornar-se um cuidadoso do bem mais precioso e que se não fosse de músculos, seria de cristal com tamanha facilidade que se quebra. Um coração é um imenso emaranhado de idéias pessoais, conjuntas, familiares e todos os seus arquétipos, mas ao cuidar de alguém mais do que a si mesmo é confiar que você será tão bem cuidado como se você fosse cuidado por você mesmo.
Confuso? Muitas vezes parece ser confuso o romantismo vivido pelas pessoas. Mas o romantismo nos faz pensar em mais do que nós mesmos. Faz-nos pensar no outro, num turbilhão de idéias que podemos construir com quem realmente acredita e espera ser acreditado por nós. Decisões conjuntas são formas de cuidar, mais do que isso, é uma forma de respeitar o cuidado que nos é dedicado. De receber bem o carinho que nos é direcionado em pensamentos, atos, palavras, presentes.
Vamos elevar nossos pensamentos a um estágio alfa e tentar perceber que cuida de nós a ponto de merecer que cuidemos em reciprocidade. Vamos pensar um pouco mais naqueles que realmente sabem como abrir mão de si mesmos para simplesmente dedicar-se a fazer de nós mais felizes, mais completos, mais sensíveis, mais seguros. Será que correspondemos às expectativas?
Bem, na vida é assim mesmo. É preciso reorganizar os pensamentos para ter certeza do que queremos ao certo.


