
Uma patricinha rebelde da cidade grande é levada para o interior para se submeter as regras de uma avó dominadora que já havia afastado a própria filha por causa das suas regras de conviência. Neste ínterim as relações são desvendadas e situações descobertas na tentativa de dar um gás ao roteiro, porém a disposição dos fatos não empolga. Os valores morais, como sexo antes do casamento, pedofilia, são altamente questionados no filme com o intuito de direcionar o espectador a ficar completamente perdido entre o que é verdade e mentira da história toda. A mãe da jovem conta com casamento aparentemente feliz, mas que vai acabar se tornando o pivô de todos questionamentos das relações entre as mães e as filhas.
O filme é bastante cansativo, pouco se identifica do que os traillers e o próprio cartaz se propõem. Todos os traillers do cinema sobre esse filme, remetem a uma comédia cujo nome original é “Geórgia Rulles”, tentam até mesmo criar uma relação com “A Sogra”, tendo em vista que os dois tem a mesma protagonista: Jane Fonda, apesar de nesse filme ela ficar um pouco de lado. Contudo, “Ela é a Poderosa” é um drama suave, com alguma dose bom humor.
O elenco conta ainda com Felicity Huffman (Desperate Housewives) e Lindsay Lohan (a nova drogadinha da américa). A história é mau aproveitada, conta com várias cenas quase paradas e proporciona um certo sono, principalmente se você espera grandes atuações.
Não há muito o que comentar sobre ele, somente que é uma decepção atrás da outra, depois das grandes atuações tanto de Jane Fonda em “A Sogra”, quanto de Felicity Huffman em “Transamérica”. Poderia ser melhor se não fosse Lindsay interpretando ela mesma na tela do cinema no que diz respeito ao comportamento.
O filme é bastante cansativo, pouco se identifica do que os traillers e o próprio cartaz se propõem. Todos os traillers do cinema sobre esse filme, remetem a uma comédia cujo nome original é “Geórgia Rulles”, tentam até mesmo criar uma relação com “A Sogra”, tendo em vista que os dois tem a mesma protagonista: Jane Fonda, apesar de nesse filme ela ficar um pouco de lado. Contudo, “Ela é a Poderosa” é um drama suave, com alguma dose bom humor.
O elenco conta ainda com Felicity Huffman (Desperate Housewives) e Lindsay Lohan (a nova drogadinha da américa). A história é mau aproveitada, conta com várias cenas quase paradas e proporciona um certo sono, principalmente se você espera grandes atuações.
Não há muito o que comentar sobre ele, somente que é uma decepção atrás da outra, depois das grandes atuações tanto de Jane Fonda em “A Sogra”, quanto de Felicity Huffman em “Transamérica”. Poderia ser melhor se não fosse Lindsay interpretando ela mesma na tela do cinema no que diz respeito ao comportamento.


