
É bom pensar sobre a linha tênue do que é a provação e o que é a oportunidade. Será que se apaixonar por alguém, viver um amor proibido está vinculado a uma dessas duas situaçãos ? Em que momento a provação se torna oportunidade.
A reflexão sobre esse pensamento transforma certas linhas de raciocíonio em perdas éticas e confundem pensamento que uma vida cultivou como "o certo". Não que eu esteja vivendo isso hoje em dia, mas vejo quem vive um sonho de "consumo" que não vai se realizar por meras questões de justificativas vãs, mas até que consistentes.
Tudo parece que tomou um novo rumo. Deixar de viver certas coisas parecem que não soam mais como ataques graves a lealdade que senti antes. Será que alguns valores estão se perdendo? Sinceramente, se ater a virtudes convencionais vão fazer com que deixemos de concluir na vida fortes etapas que podem consolidar uma condição ou transformar algo positivamente, com objetivo de atingir a felicidade. O que pode parecer meio lúdico e estar no meio de um jogo de palavras está relacionado à fidelidade de princípios contextualizados com a dignidade. Aonde se perde ? Aonde se justifica?
Há os que pensam se apaixonar, há os que realmente se apaixonam, há os que se acostumam, há os que convergem na inércia. Há tantos tipos de relações humanas que hoje parece difícil priorizar o sentimento e se torna necessário viver o momento deixando que o sentimento cresça da forma que lhe convier. Que tome espaço, mas que nunca entre em estagnação.
E você que me olha nos olhos, que acha me enxergar mais do que sei, pense no que quer alcançar, no que quer atingir para não se iludir com o que possam conquistar. Olhares, flertes, sorrisos, carinhos discretos são provas de um ego que precisa ter a reciprocidade disso para fortalecer-se, mas talvez não preze pelo sentimento que desperta.
Enfim, importante é que no meio desses novos rumos me perco, iluminado por uma sombra azul, incerta, lampejado por um dourado tão forte que me faz pensar o que eu ainda estou fazendo comigo mesmo em meio a tantas recaídas e após momentos de euforia pela distância de algo que nem existe mais. Olho por cima dessa imensidão azul pra ver se enxergo o lampejo dourado e aos poucos com o cair da manhã vou percebendo-o surgir, como se fosse o sol atrasado.
Há sorrisos e sutis gestos de reciprocidade vindos de uma energia que eu sinto refletir nesse espaço que eu tanto observo. Sou eu ? São idéias ? São oportunidades ? São provações? Melhor nem pensar nisso. O melhor é sentir o tempo passar, o vento batendo no rosto suado quando caminho pelos dias que passam e me fortaleço numa energia que não é minha e se está surgindo , vem de onde eu nem imagino que exista.
Em breve eu voltarei a ser o sol, eu vou iluminar a imensidão azul e a sombra que essa cor reflete no meu caminho e se não for essa que sejam marrons, pretas, verdes, qualquer outra cor que precise da minha luz no prisma para se revelar.
A reflexão sobre esse pensamento transforma certas linhas de raciocíonio em perdas éticas e confundem pensamento que uma vida cultivou como "o certo". Não que eu esteja vivendo isso hoje em dia, mas vejo quem vive um sonho de "consumo" que não vai se realizar por meras questões de justificativas vãs, mas até que consistentes.
Tudo parece que tomou um novo rumo. Deixar de viver certas coisas parecem que não soam mais como ataques graves a lealdade que senti antes. Será que alguns valores estão se perdendo? Sinceramente, se ater a virtudes convencionais vão fazer com que deixemos de concluir na vida fortes etapas que podem consolidar uma condição ou transformar algo positivamente, com objetivo de atingir a felicidade. O que pode parecer meio lúdico e estar no meio de um jogo de palavras está relacionado à fidelidade de princípios contextualizados com a dignidade. Aonde se perde ? Aonde se justifica?
Há os que pensam se apaixonar, há os que realmente se apaixonam, há os que se acostumam, há os que convergem na inércia. Há tantos tipos de relações humanas que hoje parece difícil priorizar o sentimento e se torna necessário viver o momento deixando que o sentimento cresça da forma que lhe convier. Que tome espaço, mas que nunca entre em estagnação.
E você que me olha nos olhos, que acha me enxergar mais do que sei, pense no que quer alcançar, no que quer atingir para não se iludir com o que possam conquistar. Olhares, flertes, sorrisos, carinhos discretos são provas de um ego que precisa ter a reciprocidade disso para fortalecer-se, mas talvez não preze pelo sentimento que desperta.
Enfim, importante é que no meio desses novos rumos me perco, iluminado por uma sombra azul, incerta, lampejado por um dourado tão forte que me faz pensar o que eu ainda estou fazendo comigo mesmo em meio a tantas recaídas e após momentos de euforia pela distância de algo que nem existe mais. Olho por cima dessa imensidão azul pra ver se enxergo o lampejo dourado e aos poucos com o cair da manhã vou percebendo-o surgir, como se fosse o sol atrasado.
Há sorrisos e sutis gestos de reciprocidade vindos de uma energia que eu sinto refletir nesse espaço que eu tanto observo. Sou eu ? São idéias ? São oportunidades ? São provações? Melhor nem pensar nisso. O melhor é sentir o tempo passar, o vento batendo no rosto suado quando caminho pelos dias que passam e me fortaleço numa energia que não é minha e se está surgindo , vem de onde eu nem imagino que exista.
Em breve eu voltarei a ser o sol, eu vou iluminar a imensidão azul e a sombra que essa cor reflete no meu caminho e se não for essa que sejam marrons, pretas, verdes, qualquer outra cor que precise da minha luz no prisma para se revelar.
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